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    Pesquisa nas Definições por:

    PRATICO-TAS

    abstinente | adj. 2 g.

    Que pratica a abstinência; sóbrio....


    amolecado | adj.

    Designativo daquele que pratica ações de moleque; acanalhado....


    Diz-se de um tecido desenvolvido fora de uma glândula, tendo a mesma estrutura e com tendência para recidivar quando se pratica a ablação....


    operante | adj. 2 g.

    Que opera ou atua....


    -mante | elem. de comp.

    Exprime a noção de pessoa que pratica adivinhação (ex.: cartomante)....


    Relativo ao crudivorismo, dieta alimentar à base de alimentos não cozinhados, geralmente de origem vegetal, ou ao que pratica essa dieta....


    ablução | n. f.

    Ato ou efeito de lavar ou de ser lavar....


    absentista | n. 2 g.

    Aquele ou aquela que pratica o absentismo....


    alpinista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Pertencente ou relativo ao alpinismo....


    alturista | n. 2 g.

    Atleta que pratica salto em altura....


    arrastão | n. m.

    Esforço para arrastar....


    barragem | n. f.

    Obstáculo praticado numa corrente de água....


    escalpelo | n. m.

    Instrumento cortante e pontiagudo com que se praticam incisões e dissecações anatómicas....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?