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    Obsequiando-Lhe

    favorecido | adj.

    Protegido; obsequiado; realçado....


    copo-d'água | n. m.

    Refeição de doces e licores com que se obsequiam os visitantes ou os convidados de um ato solene....


    obséquio | n. m.

    Ato ou efeito de obsequiar....


    fidalgueiro | adj. n. m.

    Que ou aquele que procura conviver com fidalgos, geralmente obsequiando-os ou intrometendo-se....


    obsequiador | adj. n. m.

    Que ou aquele que obsequia....


    encruar | v. tr., intr. e pron.

    Enrijar (o que está cozendo)....


    Refeição de doces e licores com que se obsequiam os visitantes ou os convidados de um ato solene....


    prolfaça | n. m. ou f.

    Conjunto de palavras para felicitar ou congratular (ex.: agradeceu o prolfaça com que o obsequiaram; receba as minhas prolfaças pela condecoração). [Mais usado no plural.]...


    tratar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Proceder para com....



    Dúvidas linguísticas


    Pretendo saber como se lê a palavra ridículo. Há quem diga que se lê da forma que se escreve e há quem diga que se lê redículo. Assim como as palavras ministro e vizinho, onde também tenho a mesma dúvida.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?