PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    Mataste-Mos

    alongado | adj.

    Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....


    carneeiro | adj.

    Que serve para cortar carne ou matar reses....


    ensilhado | adj.

    Diz-se da decocção de mate à qual se junta erva fresca para reforçá-la....


    estilado | adj.

    Feito segundo o bom estilo....


    etnicida | adj. 2 g.

    Que mata ou extingue um povo ou uma raça....


    Morto por estrangulação; apertado, constrangido....


    exânime | adj. 2 g.

    Desfalecido; desmaiado; sem alento; morto....


    findo | adj.

    Que acabou....


    leteu | adj.

    Relativo ao Lete ou Letes, um dos rios do Hades, reino dos mortos da mitologia grega, cujas águas provocavam o esquecimento....


    larvicida | adj. 2 g.

    Que mata as larvas....


    marado | adj.

    Que perdeu a razão ou apresenta perturbações mentais....


    muricida | adj. 2 g.

    Que mata os ratos....


    Que põe termo a instância ou ação judicial por ter acabado o prazo legal; que causa perenção....


    semiânime | adj. 2 g.

    Meio morto; desfalecido; exânime....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?