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    Feri-Mo

    agadanhado | adj.

    Ferido com o gadanho ou com as unhas....


    alacranado | adj.

    Áspero, de superfície cheia de talhos e esfoladuras como que denteada ou espinhosa....


    chocante | adj. 2 g.

    Que fere; desagradável, ofensivo....


    embolado | adj.

    Diz-se do touro ou da vaca brava cujas hastes se guarnecem de bolas, para que não firam o toureiro....


    faretrado | adj.

    Armado de aljava e setas....


    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    fulgurado | adj.

    Deslumbrado (pelo fulgor de relâmpagos intensos)....


    ignípede | adj. 2 g.

    Que tem pés de fogo....


    lancinante | adj. 2 g.

    Que se faz sentir por picadas ou golpes internos....


    perfurante | adj. 2 g.

    Que perfura, que penetra....


    acutilante | adj. 2 g.

    Que acutila, que fere (ex.: crítica acutilante)....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?