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    Pesquisa nas Definições por:

    DORMITAVAM-TOS

    Meio dormido; quase a dormir; que dormita....


    dorminhar | v. intr.

    Dormir por pouco tempo ou com sono leve....


    dormitar | v. intr.

    Dormir pouco tempo ou com um sono leve....


    sonecar | v. intr.

    Dormir pouco tempo ou com um sono leve....


    Emprega-se para mostrar que uma falta pode ser cometida até pelos mais sábios e prevenidos....


    cochilar | v. intr.

    Cabecear com sono....


    bodião | n. m.

    Designação dada a várias espécies de peixes acantopterígios da família dos labrídeos....


    brasa | n. f. | n. f. pl.

    Carvão ou lenha incandescente, mas sem chama....


    pestana | n. f.

    Cada um dos pelos da pálpebra....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber o antónimo de andrógeno, ou seja, o factor que estimula ou faz aparecer os caracteres femininos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?