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    Pesquisa nas Definições por:

    Capitarmos-Te

    per capita | loc.

    Por cada indivíduo (ex.: rendimento per capita)....


    capitação | n. f.

    Tributo repartido por cada cabeça....


    taxa | n. f.

    Tabela dos emolumentos e custas dos processos....


    captado | adj.

    Que se captou (ex.: luz magnificamente captada na fotografia)....


    holding | n. m.

    Sociedade de investimento de capitais que tem teoricamente por objetivo a gestão de uma carteira de valores mobiliários industriais ou comerciais....


    entrante | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g.

    Que ou o que entra (ex.: capitais entrantes; haverá novos entrantes no mercado)....


    capitar | v. tr. e intr.

    Definir ou estabelecer a capitação....


    captar | v. tr.

    Atrair por captação....


    financiar | v. tr.

    Gerir financeiramente....


    investir | v. intr. | v. tr. | v. pron.

    Atirar-se impetuosamente (contra alguém ou alguma coisa)....


    paraíso | n. m.

    No Antigo Testamento, lugar de delícias, onde Deus colocou Adão e Eva....


    Ave gruiforme (Capito dayi) da família dos capitonídeos....


    Ave gruiforme (Capito auratus) da família dos capitonídeos....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?