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    AMOSTRAMOS-TE

    ergódico | adj.

    Que permite representar ou determinar de forma estatística o comportamento de um todo dinâmico, baseando-se em cada sequência ou amostra e na probabilidade de recorrência ou é relativo a esse processo (ex.: hipótese ergódica, princípio ergódico, teoria ergódica)....


    corrico | n. m.

    Modalidade de pesca para capturar peixes predadores, que consiste no lançamento de uma amostra que é puxada à tona da água para que o peixe seja atraído pelos seus movimentos e morda o isco artificial (ex.: pesca ao corrico)....


    Lado ou sentido de onde vem a corrente, em relação a um ponto de referência (ex.: há uma estação para recolher amostras a barlacorrente, a 1000 metros da plataforma), por oposição a sotacorrente....


    sotacorrente | n. m.

    Lado ou sentido para onde vai a corrente, em relação a um ponto de referência (ex.: há uma estação para recolher amostras a sotacorrente, a 100 metros da plataforma), por oposição a barlacorrente....


    amostra | n. f.

    Ato ou efeito de amostrar....


    amostrecas | n. f. pl.

    Géneros expostos à venda....


    análise | n. f.

    Exame minucioso de uma coisa em cada uma das suas partes....


    mostra | n. f.

    Ato de mostrar....


    sexagem | n. f.

    Método para determinar o sexo de um ser vivo, geralmente animal (ex.: a sexagem das aves pode ser feita através de amostras de ADN; sexagem de plantas)....


    esfregaço | n. m.

    Amostra disposta em lamela e destinada a análise microscópica (ex.: esfregaço bacterioscópico; esfregaço vaginal)....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida persistente sobre a pronúncia de algumas palavras que mudam a pronúncia do /ô/ por /ó/, como em ovo e ovos quando no plural. Existe alguma regra que me ajudaria nisto, haja visto que procurei em alguns dicionários e não encontrei referência alguma? Minhas maiores dúvidas são com respeito ao plural das palavras rosto, gostoso e aborto.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?