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    Esta palavra no dicionário

    editora | n. f.

    Estabelecimento onde se edita....


    copidesque | n. m. | n. 2 g.

    Trabalho de revisão final de textos para publicação....


    nictalopia | n. f.

    Condição caracterizada pela visão deficiente quando há muita luz....


    feira | n. f.

    Grande mercado que se efetua em datas ou épocas determinadas....


    independente | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g.

    Que ou o que goza de independência....




    Dúvidas linguísticas


    Qual o grau aumentativo da palavra flor?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?