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    Pesquisa nas Definições por:

    VISE-TO

    Que visa ressarcir ou é relativo a ressarcimento (ex.: função ressarcitória e coerciva de uma cláusula penal)....


    demagogia | n. f.

    Preponderância do povo na forma do governo....


    dinâmica | n. f.

    Estudo das forças ou do movimento quantitativo dos corpos....


    cheque | n. m.

    Documento que representa uma ordem de pagamento à vista sobre casa onde se tem valores....


    futurologia | n. f.

    Conjunto das pesquisas que visam prever qual será, num dado momento do futuro, o estado do mundo ou de um país nos domínios técnico, social, etc....


    proteção | n. f.

    Ato ou efeito de proteger ou de se proteger....


    sociodrama | n. m.

    Psicodrama que se dirige a um grupo e que visa uma catarse coletiva....


    viso | n. m. | n. m. pl.

    Alto, cume....


    visor | n. m.

    Aquele que visa....


    xaveco | n. m.

    Pequena embarcação de três mastros e velas latinas, do Mediterrâneo, que também se pode deslocar a remos....


    aplicativo | adj. | n. m.

    Que pode ou deve ser aplicado....


    pilates | n. m. 2 núm.

    Método de exercício físico que visa desenvolver a força e a flexibilidade musculares e estimular o equilíbrio entre a mente e o corpo, através da execução de movimentos controlados, coordenados e precisos....


    blefe | n. m.

    Jogo de cartas que pretende impressionar e iludir o adversário, levando-o à desistência....


    Operação que visa a reparação ou reconstrução de uma válvula cardíaca....


    acerto | n. m.

    Ato de acertar....


    design | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Disciplina que visa a criação de objetos, ambientes, obras gráficas, etc., ao mesmo tempo funcionais, estéticos e conformes aos imperativos de uma produção industrial....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?