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    Pesquisa nas Definições por:

    Resolvem-mos

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    Que resolve os cálculos da bexiga....


    determinado | adj. | det. e pron. indef.

    Que se determinou....


    movido | adj.

    Que se pôs ou foi posto em movimento; que se moveu....


    Que é próprio para resolver; que produz resolução (ex.: cláusula resolutória)....


    De maneira intensa (ex.: ele não está grandemente interessado em resolver isto)....


    sub judice | loc.

    Emprega-se para dizer que a questão não está resolvida, geralmente em relação a um assunto controverso....


    abacaxi | n. m.

    Planta bromeliácea (Ananas comosus) originária da América Tropical, muito cultivada nas regiões quentes pelos seus grandes frutos de polpa açucarada e saborosa....


    choradeira | n. f.

    Ato ou efeito de chorar muito e impertinentemente....


    diplomacia | n. f.

    Ciência das relações internacionais e da representação dos interesses de um estado no estrangeiro....




    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?