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    RESGATARMOS-TOS

    vae victis | loc.

    Usa-se para lembrar que o vencido está à mercê do vencedor; são palavras de Breno, general gaulês, ao atirar a espada ao prato da balança em que estavam os pesos falsos com que se deveria pesar o ouro do resgate dos romanos....


    Que tem uma justificação, razão ou explicação (ex.: um resgate da dívida politicamente mal justificado deu azo a perguntas indiscretas por parte da oposição)....


    Expressão com que os italianos designam os países de raça, costumes e língua italiana, que se encontram separados politicamente da Itália Ístria, Ticino, região de Nice, Córsega, Malta....


    Que é relativo a ou em que há transporte aéreo especializado de doentes (ex.: departamento aeromédico; evacuação aeromédica; resgate aeromédico; transporte aeromédico)....


    remição | n. f.

    Ato ou efeito de remir ou de se remir....


    resgate | n. m.

    Ato ou efeito de resgatar....


    overnight | n. m.

    Conjunto de aplicações feitas num dia no mercado financeiro para serem resgatadas no dia útil seguinte....


    salvatagem | n. f.

    Resgate ou salvamento marítimo....


    redentor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou quem redime, resgata ou liberta....


    confim | adj. 2 g. | n. m.

    Que confina ou faz fronteira (ex.: a linha confim de um terreno; distritos confins)....


    retrato | adj. | n. m.

    Retraído....


    livramento | n. m.

    Ato ou efeito de livrar ou de se livrar....


    livração | n. f.

    Ato ou efeito de livrar ou de se livrar....


    desempenhar | v. tr. | v. pron.

    Cumprir (missão, encargo, etc.)....


    redimir | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Obter novamente....


    remir | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Adquirir de novo....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?