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    Pesquisa nas Definições por:

    RASTEIRARMOS

    abrolho | n. m. | n. m. pl.

    Planta herbácea rasteira (Tribulus terrestris) da família das zigofiláceas, com flores amarelas e frutos espinhosos....


    calhandra | n. f.

    Espécie de grande cotovia de bico forte e voo rasteiro....


    cambadela | n. f.

    Ato ou efeito de cambar....


    cambapé | n. m.

    Movimento ou golpe com o pé ou a perna para derrubar ou fazer tropeçar alguém....


    chana | n. f.

    Planície arenosa, com vegetação rasteira à base de gramíneas e pequenas árvores e arbustos dispersos, geralmente atravessada por cursos de água....


    charneca | n. f.

    Terreno coberto de giestas, estevas, etc....


    gândara | n. f.

    Terreno arenoso em que apenas cresce tojo, esteva, etc....


    jundu | n. m.

    Vegetação rasteira de terreno adjacente à praia ou de terreno de transição entre a praia e o mar....


    calandra | n. f.

    Espécie de grande cotovia de bico forte e voo rasteiro....


    amendoim | n. m.

    Planta herbácea rasteira (Arachis hypogaea) da família das faseoláceas, com frutos subterrâneos....


    bravio | adj. | n. m.

    Que não foi domado ou domesticado....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?