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    Pesquisa nas Definições por:

    QUEBRAVAS-TO

    boiota | adj. 2 g.

    Que sofre de potra....


    dúctil | adj. 2 g.

    Que pode ser estendido na fieira ou a martelo sem se quebrar....


    fedífrago | adj.

    Que quebra ou não cumpre um tratado ou uma aliança; que não executa um compromisso....


    infracto | adj.

    Quebrantado; alquebrado; quebrado....


    lasso | adj.

    Não apertado ou com folga....


    refringente | adj. 2 g.

    Que faz desviar a direção dos raios luminosos; refrativo....


    sopitado | adj.

    Que caiu em sonolência....


    ab-rupto | adj.

    Que tem grande declive ou inclinação....


    Que quebra o vínculo; que desvincula (ex.: acordo desvinculativo)....


    saxífrago | adj.

    Que quebra ou dissolve pedras....


    -frago | elem. de comp.

    Exprime a noção de quebra ou fratura (ex.: nucífrago)....


    abalo | n. m.

    Ato de abalar....


    alsaciano | adj. | n. m.

    Relativo ou pertencente à Alsácia....


    arrombada | n. f.

    Ato ou efeito de arrombar....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?