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    Pesquisa nas Definições por:

    Propina

    lambidela | n. f.

    Gratificação; propina....


    amenta | n. f. | n. f. pl.

    Propina dada ao padre que amenta....


    propina | n. f.

    Dinheiro ou bem que se oferece a alguém em troca de favor ou negócio lucrativo, geralmente ilícito (ex.: denunciado esquema da propina)....


    capilha | n. f.

    Exemplar de uma obra que se dá como propina aos tipógrafos que nela trabalharam....


    piso | n. m.

    Propina que as freiras pagavam, quando entravam para a comunidade....


    propinador | adj. n. m.

    Que ou aquele que propina....


    propinar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Pagar propina a....


    xixica | n. f.

    Quantia em dinheiro que se dá a alguém como recompensa, para além do pagamento do serviço prestado....


    mota | n. f.

    Objeto que o vendedor dá de presente ao comprador; gorjeta; propina....


    senha | n. f.

    Documento que mostra ter pago as respetivas propinas quem pretende fazer certos exames ou atos....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?