Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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motamota | s. f.
motamota | s. f.
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mo·ta |ó| mo·ta |ó| 1
(origem duvidosa)
substantivo feminino

1. Terra amontoada ao pé do tronco ou da haste da planta.

2. Aterro ou dique à borda de um rio, destinado a impedir inundações. = AMOTA, MARACHÃO

3. [Portugal: Ribatejo]   [Portugal: Ribatejo]  Casa do campino na lezíria.

4. [Portugal: Azambuja]   [Portugal: Azambuja]  Cabana para recolher gado. = ARRIBANA, CURRAL

5. [Timor]   [Timor]  Rio.

6. [Brasil]   [Brasil]  Objecto que o vendedor dá de presente ao comprador; gorjeta; propina.


mo·ta |ó| mo·ta |ó| 2
(redução de motocicleta)
substantivo feminino

1. [Portugal]   [Portugal]  Veículo de duas rodas accionado por um motor.Ver imagem = MOTO


mota de água
[Portugal]   [Portugal]   [Náutica]   [Náutica]  Pequeno veículo aquático motorizado, com assento e guiador semelhantes ao de uma mota.Ver imagem = MOTO AQUÁTICA

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Dúvidas linguísticas


A minha dúvida prende-se com a palavra rubrica. Julgo que é utilizada para designar um tipo de assinatura, mas também como sinónimo de assunto. A entoação da palavra é diferente nos dois casos, mas a ortografia é igual?
Deverá pronunciar sempre /rubríca/ e não /rúbrica/.

Como poderá verificar ao consultar o verbete rubrica no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, esta palavra tem vários sentidos ou acepções, alguns dos quais correspondem aos apontados na sua questão.

No que diz respeito à sua pronúncia, esta palavra só pode ser pronunciada correctamente como palavra grave, com acento de intensidade na penúltima sílaba: ru['bri]ca (a plica que surge na transcrição entre parênteses rectos corresponde ao acento de intensidade na sílaba -bri-), independentemente do sentido em que é utilizada. Esta acentuação deriva do étimo latino desta palavra, cuja penúltima sílaba era pronunciada como longa.

A pronúncia desta palavra como palavra esdrúxula, isto é, *['ru]brica, com acento de intensidade na antepenúltima sílaba, é incorrecta (como indica o asterisco), apesar de muito difundida, e só poderia ser aceite caso a ortografia desta palavra fosse *rúbrica (forma não atestada em nenhuma obra de referência).

Esta é uma questão de adequação ortografia/pronúncia segundo as regras ortográficas do português e o Acordo Ortográfico de 1990 não alterou nada neste âmbito.




Queria perguntar-vos sobre a utilização de em ou no/na antes de nos referirmos a lugares. Porque dizemos no Porto mas não na Lisboa? Porque tanto se diz na França como em França? Existe alguma regra para a utilização ou não de artigo definido (e respectivas contracções) quando nos queremos referir a um local? Por exemplo: porquê dizer fui ao Funchal e não fui a Funchal?
O uso de artigos definidos (o, a os, as) antes de topónimos (isto é, nomes próprios que designam lugares geográficos) não corresponde a uma regra rígida na língua portuguesa. As indicações dadas por gramáticas e prontuários são em geral fluidas e por vezes contraditórias, pelo que as respostas a questões relacionadas com este assunto raramente podem ser peremptórias.

Na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 14.ª ed., 1998, pp. 228-231), são elencadas algumas indicações para o uso ou não do artigo definido com nomes geográficos.

Preconiza-se nomeadamente o uso de artigo antes de nomes de “países, regiões, continentes, montanhas, vulcões, desertos, constelações, rios, lagos, oceanos, mares e grupos de ilhas” (ex.: a Suíça, a Escandinávia, a Europa, o Pico, o Etna, o Sara, o Centauro, o Guadiana, o Tanganica, o Índico, o Adriático, as Baleares), mas facilmente um falante se lembrará de muitos contra-exemplos para estas indicações (a própria gramática lista alguns deles: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor, Andorra, Israel, São Salvador, Aragão, Castela, Leão).

Do mesmo modo se indica que não se usa geralmente o artigo definido “com os nomes de cidades, de localidades e da maioria das ilhas”, mas logo se apresentam contra-exemplos, nomeadamente os casos de nomes de cidades e localidades que derivam de um substantivo comum (a Guarda, o Porto, o Rio de Janeiro, a Figueira da Foz).

Estas indicações gerais são úteis e correspondem provavelmente à maioria dos casos, mas os muitos casos que as contrariam (é significativa a lista de excepções ou contra-exemplos que as gramáticas apresentam) tornam a decisão de empregar ou não o artigo quase dependente de cada topónimo e da experiência linguística do falante.

Há ainda casos de topónimos como Espanha, França, Itália, Inglaterra ou Chipre em que é oscilante o uso ou não de artigo (ex.: foi viver para (a) Espanha).

O topónimo Funchal é usado sobretudo precedido de artigo (ex.: viajo amanhã para o Funchal; estou no [= em + o] Funchal; vou ao [= a + o] Funchal) e poderá incluir-se na categoria de nomes de cidades ou localidades “que se formaram de substantivos comuns” (CUNHA e CINTRA, p. 230).

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Palavra do dia

fal·sa·-bra·ga fal·sa·-bra·ga
(falsa, feminino de falso + braga)
substantivo feminino

[Fortificação]   [Fortificação]  Espécie de muro entre a muralha e o fosso. = BARBACÃ

Plural: falsas-bragas.Plural: falsas-bragas.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/mota [consultado em 06-12-2019]