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    PILHAR-TAS

    pilharengo | adj.

    Relativo a pilhagem ou a larápio....


    Arte de aplicar uma camada metálica sobre uma superfície, por meio da pilha galvânica....


    reóforo | n. m.

    Cada um dos fios da pilha elétrica....


    Tratamento médico por meio de pilhas elétricas....


    carramelo | n. m.

    Montão de quaisquer coisas, dispostas em pilha....


    montão | n. m.

    Porção de coisas sobrepostas....


    pilhagem | n. f.

    Ato de pilhar ou roubar; saque, devastação....


    pilho | n. m.

    Gatuno; brejeiro; malandro....


    parga | n. f.

    Monte de palha e trigo, disposto de modo que o grão fique resguardado da chuva....


    resma | n. f.

    Conjunto de quinhentas folhas de papel (ex.: encomendei duas resmas de papel)....


    pilha | n. f. | n. 2 g.

    Ato de pilhar....


    balame | n. m.

    Pilha ou municiamento de balas de artilharia....


    sangra | n. f.

    Líquido arroxeado que mana da azeitona em pilha....


    pilhão | n. m.

    Recipiente destinado ao depósito ou à recolha de pilhas usadas, para posterior reciclagem....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?