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    Pesquisa nas Definições por:

    MONTÁRAMOS-TOS

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    Diz-se do cavalo que é manso sem ter sido montado....


    ancho | adj.

    Largo, amplo (ex.: ancho mar; ancha de quadris)....


    Que lavra por sua conta e risco....


    Montado ou assentado com as pernas muito abertas....


    fácil | adj. 2 g. | adv.

    Que não custa a fazer; que se obtém ou se consegue sem grande trabalho (ex.: é fácil montar esse móvel; há instrumentos musicais mais fáceis de tocar)....


    eteu | adj.

    Relativo ao monte Eta, na Grécia....


    gadiço | adj.

    Diz-se do cavalo já habituado a ser montado....


    menálio | adj.

    Relativo ao monte Ménalo....


    pentélico | adj.

    Proveniente do monte Pentélico....


    pescoceiro | adj.

    Diz-se do cavalo que não obedece aos tirões do laçador, ou que agita muito o pescoço ao ser montado....


    sinaíta | adj. 2 g.

    Relativo ao monte Sinai ou à sua península....




    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?