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    Pesquisa nas Definições por:

    JULGARMOS-MAS

    asinino | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    asnático | adj.

    Relativo a asno ou burro....


    circunduto | adj.

    Diz-se da citação julgada nula....


    judicativo | adj.

    Que tem a faculdade de julgar....


    pedâneo | adj.

    Diz-se dos juízes que, nas localidades menos importantes, julgavam de pé....


    judicante | adj. 2 g.

    Que julga ou exerce as funções de juiz (ex.: funções judicantes; o impedimento da atividade judicante deve ser punido)....


    de plano | loc.

    Sem dificuldade (ex.: fazer uma coisa de plano); em linguagem jurídica, imediatamente, sem inquérito prévio ou julgamento, sem formalidades, de forma sumária....


    Expressão para indicar que se fala muito a sério....


    Resposta do pintor Apeles a um sapateiro que, depois de haver criticado, num dos seus quadros, uma sandália, julgou também poder criticar o resto; aplica-se aos que pretendem julgar de coisas para que lhes falta competência....


    Resposta do pintor Apeles a um sapateiro que, depois de haver criticado, num dos seus quadros, uma sandália, julgou também poder criticar o resto; aplica-se aos que pretendem julgar de coisas para que lhes falta competência....


    Locução que se emprega para indicar que certa instituição se tornou minimamente poderosa e se julga superior às leis....


    Axioma jurídico que afirma que o que foi objeto de julgamento definitivo não deve ser novamente discutido, para evitar que haja recursos indefinidos até que o resultado seja o pretendido....


    Segundo a fábula, inscrição de Hércules nos montes Calpe e Ábila, que julgou os limites do mundo e que separou para unir o Oceano Atlântico ao Mediterrâneo; designa um limite de que não se pode passar (ex.: o non plus ultra da cortesia)....


    aresto | n. m.

    Decisão do tribunal....


    consciência | n. f.

    Faculdade da razão julgar os próprios atos ou o que é certo ou errado do ponto de vista moral....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?