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    Pesquisa nas Definições por:

    IMPROVISEI-MAS

    Feito à pressa, e, como tal, deficiente ou defeituoso....


    surpreendente | adj. 2 g.

    Que surpreende, que toma de improviso....


    ab abrupto | loc.

    Sem preparação; de modo súbito ou intempestivo....


    hot | adj. 2 g. 2 núm.

    Diz-se da música jazz da década de 20 do século XX, de ritmo acentuado e melodia improvisada....


    abada | n. f.

    Cavidade improvisada em aba, avental ou saia para receber algo no regaço....


    melógrafo | n. m.

    Aquele que escreve ou copia música....


    repente | n. m.

    Ato espontâneo e irrefletido (ex.: teve um repente colérico e abandonou a reunião)....


    sobressalto | n. m.

    Assalto repentino, acometimento imprevisto....


    assustado | adj. | n. m.

    Que se assustou....


    repentismo | n. m.

    Qualidade de repentista (ex.: a obra surgiu num acesso de criatividade e repentismo)....


    partideiro | adj. | n. m.

    Relativo a samba de partido-alto (ex.: encontro de mestres partideiros)....


    desgarrada | n. f.

    Cantiga popular improvisada ao desafio....




    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    O VOLP, os dicionários Houaiss, Aurélio e Priberam registram o verbete "norma-padrão", com hífen. A mesma grafia é encontrada nas gramáticas da Língua Portuguesa de autores brasileiros. Por outro lado, nenhuma das fontes acima citadas registra ou usa a forma "norma-culta", com hífen. Nas gramáticas, só aparece "norma culta", sem hífen. Qual seria a explicação para o uso do hífen em "norma-padrão" e o não uso do hífen em "norma culta"?