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    Pesquisa nas Definições por:

    IMPRENSEMOS-MOS

    linotipo | n. f.

    Máquina de compor e fundir os carateres de imprensa às linhas....


    crónica | n. f.

    História que expõe os factos em narração simples e segundo a ordem em que eles se vão dando....


    jornalismo | n. m.

    Profissão ou atividade de jornalista....


    copista | n. 2 g.

    Pessoa que copia....


    linótipo | n. m.

    Máquina de compor e fundir os carateres de imprensa às linhas....


    revisor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que revê ou faz revisão....


    negrito | adj. n. m. | n. m.

    Diz-se de ou tipo de letra de imprensa cujo desenho se caracteriza por traços mais grossos que o comum dos tipos, geralmente usado para destacar uma parte do texto....


    negrita | n. f.

    Cigarro enrolado em folha de tabaco....


    verrina | n. f.

    Discurso violento contra alguém, semelhante aos discursos feitos por Cícero (106 a.C.-42 a.C., cônsul romano) contra Verres (120 a.C.-43 a.C., magistrado romano)....


    cabina | n. f.

    Pequeno compartimento nos navios mercantes....


    Conferir caráter de espetáculo a; tratar algo como espetacular (ex.: a imprensa procurou espetacularizar o caso)....


    galvanotipar | v. tr.

    Ação de reproduzir, pelos processos eletrolíticos, gravuras em relevo, carateres de imprensa, etc., para obter uma chapa ou placa metálica chamada galvano....


    negritar | v. tr.

    Usar o tipo de letra de imprensa cujo desenho se caracteriza por traços mais grossos que o comum dos tipos, geralmente usado para pôr em destaque alguma parte do texto (ex.: negritou as partes mais importantes do texto)....




    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.