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    Pesquisa nas Definições por:

    FUTUROU-TOS

    adiante | adv.

    Na frente, em primeiro lugar....


    avante | adv. | interj.

    Adiante, para a frente....


    diante | adv. | prep.

    Defronte; em frente; à vista; em primeiro lugar; na sua presença....


    fatícano | adj.

    Que anuncia o futuro, que profetiza....


    presciente | adj. 2 g.

    Que tem presciência, que prevê o futuro....


    ulterior | adj. 2 g.

    Que vem depois, que sucede depois (por oposição a anterior)....


    venturo | adj.

    Que há de vir; vindouro; futuro....


    vincituro | adj.

    Que há de vencer (ex.: candidato vincituro; exército vincituro)....


    p.f. | abrev.

    Abreviatura de próximo futuro....


    decote | n. m.

    Corte ou abertura no alto de uma peça de vestuário de modo a deixar o colo a descoberto....




    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.