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    Pesquisa nas Definições por:

    FORAM-SE-TO

    abalizado | adj.

    De grande competência (ex.: ele é um técnico abalizado)....


    aberto | adj.

    Que não tem cobertura....


    abiótico | adj.

    Diz-se da zona ou dos lugares onde a vida animal ou vegetal não é possível, ou fica, pelo menos, atrofiada....


    adelfo | adj.

    Que tem os estames dos filetes ligados entre si....


    Que abona; que serve para abonar....


    absterso | adj.

    Que foi abstergido; limpo, expurgado; lavado....


    aeroide | adj. 2 g.

    Que é da natureza do ar....


    afasta | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora....


    afastado | adj.

    Que se afastou (ex.: pernas afastadas)....


    afetante | adj. 2 g.

    Que afeta ou finge o que não é....


    Que é ao mesmo tempo biológico e psíquico....


    aclínico | adj.

    Diz-se de um lugar em que a inclinação da agulha magnética é nula....


    agaiatado | adj.

    Que tem ares de gaiato ou garoto....


    acro | adj.

    Quebradiço por não ser maleável....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?