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    Pesquisa nas Definições por:

    EXTERMINARAS-MOS

    genocídio | n. m.

    Destruição metódica de um grupo étnico ou religioso pela exterminação dos seus indivíduos....


    Funcionário de um departamento de higiene pública encarregado das desinfeções e exterminação de larvas de mosquitos, na profilaxia de doenças como a febre-amarela ou a dengue....


    desbaratizar | v. tr.

    Exterminar baratas de um local; livrar de baratas....


    dizimar | v. tr.

    Punir de morte uma de cada dez pessoas designadas pela sorte....


    raça | n. f. | n. m.

    Divisão tradicional de indivíduos cujos carateres físicos biológicos são constantes e hereditários (ex.: raça amarela, raça branca, raça negra, raça vermelha). [Os progressos da genética levam hoje a rejeitar qualquer tentativa de classificação racial.]...


    anular | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Tornar ou ficar nulo ou sem efeito....


    destruir | v. tr.

    Proceder à destruição de; causar destruição em; demolir, arrasar; aniquilar....


    exterminar | v. tr.

    Pôr fora dos limites de alguma terra ou região....


    exterminável | adj. 2 g.

    Que se pode exterminar; que é passível de extermínio....


    exterminante | adj. 2 g.

    Que extermina ou que serve para exterminar....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?