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    ESMOLAVAM-NA

    munificente | adj. 2 g.

    Que revela generosidade, munificência (ex.: esmola munificente)....


    falca | n. f.

    Toro ou peça de madeira desbastada com machado ou enxó....


    monda | n. f.

    Ato ou efeito de mondar (ex.: os vizinhos vieram ajudar na monda do milho; a monda dos frutos deve ser feita depois da floração)....


    socorro | n. m. | interj.

    Ato ou efeito de socorrer; esmola....


    alminha | n. f. | n. f. pl.

    Pequena alma....


    caridade | n. f.

    Boa disposição do ânimo para com todas as criaturas....


    echacorvos | n. m. 2 núm.

    Homem que percorria as povoações, para pregar e recolher esmolas....


    pida | n. f.

    Ato de pedir esmolas....


    esmola | n. f.

    Coisa dada por caridade a um pobre....


    esmoleira | n. f.

    Bolsa, saco, alforge de pedinte....


    óbolo | n. m.

    Pequena moeda da antiga Grécia....


    pitança | n. f.

    Ração diária de comida....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?