Pesquisa nas Definições por:

    EPISCOPAIS

    De modo episcopal ou do ponto de vista episcopal....


    gancha | n. f.

    Gadanha para o feno....


    espínula | n. f.

    Alfinete para vestes episcopais....


    mantelete | n. m.

    Vestidura episcopal de trazer por cima do roquete....


    croça | n. f.

    Bastão episcopal....


    acipreste | n. m.

    Delegado episcopal para superintender em determinado número de paróquias....


    Teoria ou doutrina segundo a qual a assembleia dos bispos tem autoridade superior à do papa....


    episcopisa | n. f.

    Mulher que nos princípios do cristianismo desempenhava certas funções sacerdotais sem jurisdição episcopal....


    vidama | n. m.

    Possuidor de terras episcopais como feudo hereditário....


    arcipreste | n. m.

    Delegado episcopal para superintender em determinado número de paróquias....


    fâmulo | n. m.

    Servidor, criado....


    episcopalista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a episcopalismo....


    copríncipe | n. m.

    Título nobiliárquico usado no principado de Andorra, que é governado por dois príncipes, o presidente da República Francesa e o bispo de Urgel, comarca da comunidade autónoma espanhola da Catalunha (ex.: copríncipe episcopal; copríncipe francês)....


    Fação da Igreja cristã evangélica que não reconhece a autoridade episcopal....


    dalmática | n. f.

    Túnica branca bordada de púrpura....


    crossa | n. f.

    Bastão episcopal....


    trono | n. m. | n. m. pl.

    Assento de cerimónia destinado a dignidades como os monarcas, o papa ou os bispos (ex.: trono episcopal, trono pontifício)....


    cúria | n. f.

    Subdivisão de tribo, entre os romanos....



    Dúvidas linguísticas


    Como posso saber a abreviatura da palavra unidade?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?