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    Pesquisa nas Definições por:

    Desfechas-mo

    remate | n. m.

    Fim, acabamento....


    agonia | n. f. | n. f. pl.

    Última luta contra a morte....


    catástrofe | n. f.

    Grande desgraça que atinge muitas pessoas....


    desate | n. m.

    Ato ou efeito de desatar....


    reflada | n. f.

    Golpe desferido com o refle....


    tragédia | n. f.

    Peça de teatro cujo desfecho é um acontecimento funesto....


    Tragédia matizada de incidentes cómicos e cujo desfecho não é trágico....


    desfechar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar ao gatilho; disparar....


    disparar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Arremessar com violência e inopinadamente....


    zurzir | v. tr.

    Dar golpes ou desferir pancadas em....


    clímax | n. m. 2 núm.

    Ponto ou grau máximo, mais alto ou mais intenso de algo....


    solução | n. f.

    Ato ou efeito de solver....


    conceito | n. m.

    Mente considerada como sede das conceções; faculdade de conceber ou conhecer....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.