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    Pesquisa nas Definições por:

    CHANCELAVAS-MAS

    chancelaria | n. f.

    Repartição em que se põe chancela nos documentos que dela precisam....


    minutor | n. m.

    O que faz as minutas na chancelaria apostólica....


    firma | n. f.

    Assinatura....


    chancelar | v. tr.

    Assinar ou fechar com chancela....


    selar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Pôr selo em....


    selo | n. m.

    Peça onde estão gravados em relevo um ou mais elementos gráficos ou escritos, usada para marcar ou fechar documentos....


    marca | n. f.

    Ato ou efeito de marcar....


    Pessoa que é bem-vinda ou cuja presença é bem recebida (ex.: figura considerada persona grata pela comunidade)....


    alma | n. f. | n. f. pl.

    Parte imortal do ser humano....


    chanceler | n. m. | n. 2 g.

    Antigo magistrado que tinha a seu cargo a guarda do selo real....


    sinetar | v. tr.

    Marcar com sinete....


    sinete | n. m.

    Instrumento que serve para imprimir no lacre um brasão, divisa ou iniciais....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?