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    Pesquisa nas Definições por:

    Bugiavas-To

    bugia | n. f.

    Fêmea do bugio....


    bugiaria | n. f.

    Modos de bugio ou de macaco....


    bugio | n. m.

    Designação comum às espécies de primatas....


    bugiganga | n. f.

    Objeto de pouco valor, geralmente de pequena dimensão....


    Conjunto de ilhas que constitui uma subdivisão de um arquipélago (ex.: o Bugio é uma ilha do subarquipélago das ilhas Desertas, no arquipélago da Madeira)....


    Ave (Pterodroma deserta) da família dos procelariídeos....


    símio | n. m. | adj.

    Bugio, macaco, mono....


    bugiado | adj.

    Que se assemelha a um bugio....


    Planta (Sedum acre) da família das crassuláceas, de pequenas folhas carnudas e flores amarelas....


    bugiar | v. intr.

    Fazer bugiaria; agir como bugio ou macaco....


    fava | n. f.

    Planta faseolácea, hortense....


    malva | n. f. | adj. 2 g. 2 núm.

    Designação dada a várias espécies de plantas do género Malva da família das malváceas....


    macaco | n. m. | adj.

    Mamífero quadrúmano da ordem dos primatas, de face nua, com mãos e pés preênseis terminados por unhas....


    mono | n. m. | adj.

    Designação comum às espécies de primatas....


    trambicar | v. intr.

    Enganar fraudulentamente....


    batata | n. f.

    Tubérculo caulinar subterrâneo da batateira, comestível e de largo emprego na alimentação....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?