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    Pesquisa nas Definições por:

    AZEDEMOS

    agre | adj. 2 g.

    Acre; azedo....


    azedado | adj.

    Que se tornou azedo....


    azedete | adj. 2 g.

    Um pouvo azedo....


    avinagrado | adj.

    Que cheira ou tem sabor de vinagre; azedo....


    Tornado vinagre; que sabe a vinagre; azedo....


    vinagrento | adj.

    Que tem sabor a vinagre; muito azedo....


    oxálide | n. f.

    Género de plantas a que pertence a azeda....


    oxina | n. f.

    Vinho que principia a azedar....


    acrografia | n. f.

    Arte e técnica de gravar em relevo, sobre pedra ou metal, através do uso de ácidos....


    aleluia | n. f. | interj.

    Cântico de alegria, geralmente associado à Páscoa....


    umami | n. m.

    Sabor delicioso ou agradável que constitui um dos cinco sabores básicos, a par do doce, do salgado, do amargo e do azedo....


    agro | adj. | n. m.

    Acre, acerbo, azedo....




    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.