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    Pesquisa nas Definições por:

    ARANHAS

    aracno- | elem. de comp.

    Exprime a noção de aranha (ex.: aracnofobia)....


    aracniano | adj.

    Relativo a aranha ou a teia de aranha....


    dictiopsia | n. f.

    Perturbação da visão em que se vê perpassar uma ilusão de redes ou teias de aranha....


    icneumonídeo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Relativo aos icneumonídeos....


    artena | n. f.

    Género de aranhas....


    musaranho | n. m.

    Género de mamíferos que se alimentam de insetos....


    ronha | n. f.

    Espécie de sarna que ataca alguns animais....


    teaça | n. f.

    Rede tecida pela aranha....


    Designação comum a várias aranhas da família dos terafosídeos....


    licose | n. f.

    Género de aranhas que tem por tipo a tarântula....


    mígala | n. f.

    Designação comum a várias aranhas da família dos terafosídeos....


    tarântula | n. f.

    Espécie de aranha de grandes dimensões, cuja picada é geralmente venenosa....


    teia | n. f.

    Tecido de linho, cânhamo, algodão, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?