PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    AFAGASTES-MAS

    poche | interj.

    Voz para afagar ou chamar cãezinhos....


    acalanto | n. m.

    Ato ou efeito de acalantar....


    acalento | n. m.

    Ato ou efeito de acalentar....


    carinho | n. m.

    Demonstração cativante de amor ou benevolência....


    bichice | n. f.

    Carinho; afago. (Mais usado no plural.)...


    blandícia | n. f.

    Gesto ou demonstração de um sentimento de ternura ou de afeto....


    afago | n. m.

    Ato de afagar....


    bafagem | n. f.

    Viração, aragem, brisa....


    macaquice | n. f.

    Gesto ou trejeito de macaco....


    afagador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que afaga....


    agalimar | v. tr.

    Fazer carinhos em....


    amimar | v. tr.

    Dar mimo, carinho a....


    cofiar | v. tr.

    Alisar ou afagar com a mão (o cabelo ou a barba)....


    mimar | v. tr.

    Tratar com mimo ou carinho....


    rafiar | v. tr.

    Tecer; guarnecer de fios....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?