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    Pesquisa nas Definições por:

    confronta

    abjeto | adj.

    Em que há abjeção....


    afeado | adj.

    Que se tornou feio....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    aferente | adj. 2 g.

    Que conduz ou leva....


    ápodo | adj.

    O mesmo que ápode....


    àquele | contr.

    Contração da preposição a com o determinante ou pronome demonstrativo aquele (ex.: pergunta àquele senhor; tenho de ir àquela loja)....


    àquilo | contr.

    Contração da preposição a com o pronome demonstrativo aquilo....


    armilar | adj. 2 g.

    Que tem armilas....


    aveado | adj.

    Que tem veia de doido....


    aviado | adj.

    Posto a caminho, preparado para viagem....


    aviltante | adj. 2 g.

    Que avilta ou ofende a dignidade....


    azado | adj.

    Conveniente, oportuno (ex.: essa oportunidade não podia ter surgido em momento mais azado)....


    aziago | adj.

    Que é de azar ou o faz recear....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?