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    Pesquisa nas Definições por:

    concorri

    Diz-se dos alimentos que mais depressa concorrem para a produção do sangue....


    improcedente | adj. 2 g.

    Que não concorre para o fim desejado, antes o contraria....


    inoperante | adj. 2 g.

    Que não opera; que não funciona....


    Não frequentado; pouco concorrido; isolado....


    Que já tinha falecido à data de determinado facto (ex.: os filhos de um sobrinho pré-falecido não herdam, quando concorrem à sucessão com outros sobrinhos vivos)....


    fator | n. m.

    Agente....


    cupom | n. m.

    Título de juro ou de dividendo que faz parte de uma obrigação ou ação e que se separa na ocasião do pagamento....


    cupão | n. m.

    Título de juro ou de dividendo que faz parte de uma obrigação ou ação e que se separa na ocasião do pagamento....


    génese | n. f.

    A geração; sucessão dos seres....


    aporte | n. m.

    Aquilo que concorre para um fim determinado (ex.: aporte calórico; aporte proteico)....


    governo | n. m.

    Ato ou efeito de governar....


    recandidato | n. m.

    Pessoa que se propõe novamente para um cargo ou posto para o qual já tinha concorrido; pessoa que se recandidata....


    frontada | n. f.

    Pedra de cantaria que concorre para as duas faces de uma parede....


    feirante | n. 2 g.

    Pessoa que concorre a uma feira para comprar ou vender....


    recremento | n. m.

    Secreção que concorre para os atos fisiológicos, sendo reabsorvida pelo organismo....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.