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    Pesquisa nas Definições por:

    VALOU-LHO

    vale | interj.

    Fórmula de despedida para dizer adeus com desejo de saúde a uma pessoa....


    Diz-se falando de resultados que valem menos pelo número do que pela importância....


    Expressão familiar com que se saúda um amigo ou com que se pergunta como passa de saúde....


    ut vales | loc.

    Expressão usada para perguntar a alguém como está....


    barroqueira | n. f.

    Garganta funda, situada geralmente no centro de um vale....


    chavelho | n. m.

    Cada um dos apêndices duros que certos animais, sobretudo ruminantes, têm na cabeça....


    furão | n. m.

    Mamífero carnívoro (Mustela putorius furo), da família dos mustelídeos, de corpo longo e delgado, patas curtas, cabeça triangular, orelhas curtas e arredondadas, cauda e pelagem fofas, usado como auxiliar em certas caçadas para fazer sair os coelhos das tocas e, mais recentemente, como animal de estimação....


    fusa | n. f.

    Nota que vale metade de uma semicolcheia ou duas semifusas....


    mau | adj. | n. m. | interj.

    De qualidade fraca ou insuficiente (ex.: mau texto)....


    orreta | n. f.

    Atalho através dos campos....


    ouviela | n. f.

    Vala para escoamento das águas dos terrenos....


    silvado | n. m. | adj.

    Moita de silvas....


    trifusa | n. f.

    Figura de nota pouco usada que vale metade de uma semifusa....


    quiloton | n. m.

    Unidade de massa (símbolo: kt) que vale 1 000 toneladas....


    dolina | n. f.

    Depressão circular, geralmente em terrenos calcários cársicos, que resulta da dissolução química das rochas ou de erosão subterrânea....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?