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    Trilham-Mos

    erreiro | adj.

    Diz-se do animal que, emparelhado, só trabalha bem de um lado (direito ou esquerdo)....


    pegada | n. f.

    Sinal ou vestígio do pé....


    trilha | n. f.

    Ato ou efeito de trilhar....


    trilhador | adj. | n. m.

    Que trilha ou serve para trilhar....


    trilheira | n. f.

    Trilho muito acentuado, em mata virgem....


    trilho | n. m.

    Barra metálica sobre que assentam as rodas dos vagões e de outros veículos....


    trilhoada | n. f.

    Carroça com que antigamente se debulhava trigo....


    xerga | n. f.

    Tecido grosseiro de lã....


    esteira | n. f. | n. m.

    Sulco ou rasto que o navio deixa na água por onde passou....


    peugada | n. f.

    Sinal ou vestígio do pé....


    rotina | n. f.

    Caminho já trilhado ou sabido....


    trilho | n. m.

    Estrado ou cilindro de madeira com dentes de ferro, geralmente puxado por gado, com que se debulham os cereais na eira....


    cola | n. f.

    Apêndice posterior do corpo de alguns animais....


    canamão | n. m.

    Pau a que se apoiam as pessoas que andam a trilhar cereais (na eira)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?