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    Transviava

    errado | adj.

    Que não está certo....


    transvio | n. m.

    Ato ou efeito de transviar....


    transviador | adj. n. m.

    Que ou o que faz sair do caminho ou do caminho do dever....


    transviado | adj.

    Que se transviou ou afastou do caminho certo (ex.: juventude transviada; remate transviado)....


    transviar | v. tr. e pron.

    Afastar ou afastar-se do bom caminho, das referências morais consideradas boas, do dever ou da retidão....


    esgarrar | v. tr., intr. e pron.

    Desviar (o navio) do rumo....


    trasviar | v. intr.

    O mesmo que transviar....


    trans- | pref.

    Indica além de, para além de (ex.: transalpino; transfronteiriço)....


    perder | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Deixar de ter alguma coisa útil, proveitosa ou necessária, que se possuía, por culpa ou descuido do possuidor, ou por contingência ou desgraça....


    travesso | adj.

    Que não sossega; que nunca está quieto....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?