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    Pesquisa nas Definições por:

    SIMULOU-SE

    ficto | adj.

    Que se fingiu ou simulou....


    blefe | n. m.

    Jogo de cartas que pretende impressionar e iludir o adversário, levando-o à desistência....


    tanatose | n. f.

    Estratégia de alguns animais que consiste em simular a morte, geralmente para enganar um predador ou uma presa....


    finta | n. f.

    Movimento que se faz para enganar o adversário ou esquivar-se a ele, geralmente fingindo avançar por um lado, para seguir pelo outro....


    efeito | n. m.

    O que resulta de uma causa (ex.: efeitos colaterais)....


    aparte | n. m.

    O que um ator diz simulando falar consigo ou como se só fosse ouvido pelo público....


    tirocínio | n. m.

    Primeiro ensino ou primeira formação....


    vilosidade | n. f.

    Qualidade do que é viloso....


    Capacidade de certos animais para simular a morte, geralmente como defesa em relação aos predadores....


    fantástico | adj. | n. m.

    Que não tem realidade e só existe na imaginação (ex.: criaturas fantásticas; ser fantástico)....


    patomimia | n. f.

    Necessidade mórbida de simular uma doença ou um sintoma, que pode ir até à automutilação....


    realidade | n. f.

    Qualidade do que é real....


    fita | n. f.

    Ato de fingir (ex.: aquilo é fita)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.