Pesquisa nas Definições por:

    REMESSARAS-TO

    cinta | n. f. | n. f. pl.

    Faixa comprida com que se aperta a cintura e o ventre....


    envio | n. m.

    Ato de enviar....


    retido | adj.

    Que se reteve....


    Quantia depositada em cofre oficial para aplicação determinada....


    registar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Inscrever ou inscrever-se num registo (ex.: foram registar o recém-nascido; deve registar-se no hotel, à chegada)....


    partida | n. f. | interj. | n. f. pl.

    Ato de partir ou sair de um lugar para outro (ex.: chegou à estação uma hora antes da partida)....


    selo | n. m.

    Peça onde estão gravados em relevo um ou mais elementos gráficos ou escritos, usada para marcar ou fechar documentos....


    portear | v. tr.

    Franquiar ou selar devidamente (carta ou qualquer remessa postal)....


    arremessar | v. tr. | v. pron.

    Atirar com força de braço....


    remessa | n. f.

    Ato de remessar ou atirar....


    remessar | v. tr. e pron. | v. intr.

    Arremessar....


    remessa | n. f.

    Ato ou efeito de remeter....



    Dúvidas linguísticas


    Fazer de propósito ou fazer com propósito?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?