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    PERIGOU-OS

    incólume | adj. 2 g.

    Que não sofreu nada no perigo; são e salvo....


    salvante | adj. 2 g. | prep.

    Que salva, que tira de um risco ou perigo....


    salvo | adj. | prep.

    Livre de perigo, de risco, de doença, de incómodo, etc....


    comissivo | adj.

    Que resulta de uma ação voluntária....


    Despreza-se o protetor quando já não precisamos mais dele, o que equivale ao rifão: Só nos lembramos de Santa Bárbara quando troveja....


    Fórmula para exprimir o desejo de que algum perigo, mal ou calamidade que receamos não aconteça....


    livra | interj.

    Exprime advertência de perigo ou desafogo depois de passado um perigo....


    calamidade | n. f.

    Grande mal comum a muitos; acontecimento que causa danos, destruição ou morte a muita gente (ex.: a situação de seca generalizada é uma calamidade; prevenção de acidentes graves e calamidades)....


    dependura | n. f. | n. m.

    Ato de pendurar....


    escape | n. m. | adj. 2 g.

    Ato de escapar....


    escapo | adj. | n. m.

    Fora de perigo....


    proteção | n. f.

    Ato ou efeito de proteger ou de se proteger....


    sirte | n. f.

    Banco de areia movediça....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?