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    Pesquisa nas Definições por:

    PENETRADAS

    encara | adj. 2 g.

    O que vai à festa sem convite; penetra....


    invasivo | adj.

    Relativo à invasão (ex.: plano invasivo)....


    perfurante | adj. 2 g.

    Que perfura, que penetra....


    infiltrante | adj. 2 g.

    Que se infiltra (ex.: águas infiltrantes)....


    diatermia | n. f.

    Método terapêutico destinado a fazer penetrar no organismo o calor de origem elétrica....


    escafandro | n. m.

    Equipamento hermeticamente fechado, mas onde se faz penetrar ar por meio de uma bomba, e que os mergulhadores vestem para trabalho ou investigação subaquática....


    penetrais | n. m. pl.

    Parte mais retirada, mais recôndita e interior....


    púlice | n. m.

    Inseto áptero que penetra nos pés do homem....


    sodomia | n. f.

    Prática sexual em que há penetração do ânus com o pénis....


    viveza | n. f.

    Vivacidade....


    arrombado | adj. | n. m.

    Que se arrombou....


    cúneo | n. m.

    Cofre ou acixa de joias....




    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?