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    Pesquisa nas Definições por:

    NADAVAM-SE-VOS

    Que abona; que serve para abonar....


    cavo | adj.

    Que tem uma concavidade....


    e | conj. coord.

    Usa-se para ligar por coordenação constituintes ou frases (ex.: comprou uma camisa e uma saia; bandeira azul e branca; entrou e saiu)....


    incólume | adj. 2 g.

    Que não sofreu nada no perigo; são e salvo....


    insipiente | adj. 2 g.

    Que nada sabe (ex.: contrataram um técnico insipiente)....


    mim | pron. pess. 2 g.

    Variação do pronome eu, sempre que é precedido de preposição (ex.: a mim ninguém me dá nada; contra mim falo; ele chegou antes de mim; o assunto ficou entre mim e eles; eles souberam da notícia por mim; foi simpático o que ela disse sobre mim; isso é para mim?)....


    | pron. indef.

    O mesmo que nada....


    nato | adj.

    Nascido....


    néctico | adj.

    Leve a ponto de sobrenadar na água (ex.: sílex néctico)....


    nicles | adv. | pron. indef.

    Expressa negação; de modo nenhum (ex.: o gato dorme o dia todo, mas caçar, nicles)....


    nado | adj.

    Que já nasceu....


    ligado | adj.

    Que se ligou....




    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?