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    Pesquisa nas Definições por:

    Modero

    equânime | adj. 2 g.

    Que é constante, sereno ou imparcial; que tem ou revela equanimidade....


    farfalhudo | adj.

    Que chama muito a atenção, geralmente pela garridice ou pelo excesso dos adornos, pelas farfalheiras (ex.: chapéu farfalhudo)....


    infrene | adj. 2 g.

    Que não tem freio (ex.: carro infrene)....


    mediano | adj.

    Nem grande nem pequeno....


    modesto | adj.

    Que tem ou revela modéstia....


    opíparo | adj.

    Que apresenta abundância, riqueza ou luxo....


    prudente | adj. 2 g.

    Que tem prudência....


    sóbrio | adj.

    Que é moderado no comer, no beber, e em geral em todos os apetites sensuais....


    medido | adj.

    Que se mediu....


    Conselho de moderação, aplicável a todas as coisas....


    comedido | adj.

    Que mostra moderação ou comedimento....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?