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    FRISAI

    frisante | adj. 2 g.

    Que frisa; que vem a propósito....


    arquitrave | n. f.

    Parte do entablamento entre o friso e o capitel da coluna....


    cartucho | n. m. | adj.

    Cone de papel ou cartão para transportar diversos produtos, como géneros de mercearia ou afins....


    entablamento | n. m.

    Conjunto de arquitrave, friso e cornija....


    hipertírio | n. m.

    Espécie de cornija ou de friso acima do alizar, nas portas dóricas....


    timpanilho | n. m.

    Peça que segura as frisas do prelo....


    bigudi | n. m.

    Pequena haste metálica, geralmente envolta em couro, em redor da qual as mulheres enrolam o cabelo para o frisarem....


    cornija | n. f.

    Ornato que assenta sobre um friso....


    métopa | n. f.

    Intervalo quadrado entre os tríglifos do friso dórico....


    zoóforo | n. m.

    Nome antigo do friso do entablamento ornado outrora de cabeças de animais....


    frisado | n. m. | adj.

    Feitio de cabelo encrespado artificialmente....


    frisagem | n. f.

    Operação de frisar....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    O VOLP, os dicionários Houaiss, Aurélio e Priberam registram o verbete "norma-padrão", com hífen. A mesma grafia é encontrada nas gramáticas da Língua Portuguesa de autores brasileiros. Por outro lado, nenhuma das fontes acima citadas registra ou usa a forma "norma-culta", com hífen. Nas gramáticas, só aparece "norma culta", sem hífen. Qual seria a explicação para o uso do hífen em "norma-padrão" e o não uso do hífen em "norma culta"?