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    Pesquisa nas Definições por:

    Decore

    sujo | adj.

    Que apresenta sujidade....


    Feito ou decorado com ouro e marfim, em especial na escultura da Grécia antiga, ou, na Arte Nova do século XIX, com uma combinação de marfim e outros materiais como bronze ou ónix (ex.: escultura criselefantina)....


    clean | adj. 2 g. 2 núm.

    Sem excessos (ex.: a decoração do edifício é clean)....


    trendy | adj. 2 g. 2 núm.

    Que está na moda ou constitui uma tendência (ex.: decoração trendy; recomendações trendy)....


    decência | n. f.

    Conjunto de exterioridades que harmonizam a aparência da pessoa com o seu porte, maneiras, linguagem, etc....


    decoro | n. m.

    Atitude ou comportamento respeitadores das normas e convenções sociais; respeito de si mesmo e dos outros....


    pundonor | n. m.

    Sentimento de dignidade, brio....


    decoranço | n. f.

    Ato ou efeito de decorar sem perceber....


    lambrilha | n. f.

    Pequeno azulejo quadrado, decorado geralmente com uma figura isolada (ex.: lambrilhas pintadas à mão)....


    espartano | adj. | n. m.

    Relativo ou pertencente a Esparta, cidade da Grécia antiga (ex.: exército espartano)....


    Atividade ou técnica de decoração de montras ou vitrinas....


    arte | n. f.

    Capacidade ou habilidade para a aplicação de conhecimento ou para a execução de uma ideia....


    enfeite | n. m.

    Aquilo que serve para enfeitar ou decorar....


    festão | n. m.

    Ornamento composto de elementos diversos (flores naturais ou artificiais, folhagem, figuras em papel recortado, etc.) ligados por um fio que se suspende para decorar ruas, praças, salas, etc....


    honestidade | n. f.

    Qualidade daquele que é honesto....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?