PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    Custear-mo

    pensão | n. f.

    Renda que se paga vitaliciamente ou por determinado tempo a alguém, ao abrigo de determinado regime jurídico ou como recompensa de serviços (ex.: pensão de invalidez; pensão de reforma; pensão vitalícia)....


    fim | n. m.

    Termo, cabo, remate, conclusão....


    mantimento | n. m. | n. m. pl.

    Sustento, manutenção....


    corego | n. m.

    Aquele que, entre os gregos, custeava as despesas dos espetáculos....


    fogaça | n. f.

    Bolo ou pão cozido, cujor formato e ingredientes variam de região para região....


    face | n. f.

    Cada uma das partes laterais da cara (ex.: face direita; levou uma bofetada e ofereceu a outra face)....


    costear | v. tr. e pron. | v. tr.

    Navegar muito próximo à costa....


    custear | v. tr.

    Pagar os custos de....


    custeamento | n. m.

    Gasto ou despesa (feita com alguém ou alguma coisa)....


    alimentante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem deve custear a alimentação e outras necessidades vitais de outrem, geralmente um ex-cônjuge ou um parente....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?