PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    Conversas-Lhe

    extenuante | adj. 2 g.

    Que causa cansaço, extenuação (ex.: conversa extenuante; jogo extenuante)....


    De modo imediato; sem demora (ex.: divulguem imediatamente a notícia quando ela sair)....


    paulificante | adj. 2 g.

    Que paulifica, que aborrece (ex.: conversa paulificante)....


    Que tem conversa agradável; com quem é fácil conversar e conviver....


    aporrinhante | adj. 2 g.

    Que aborrece ou incomoda; que aporrinha (ex.: filme aporrinhante; conversa aporrinhante)....


    charla | n. f.

    Conversa à toa....


    dicção | n. f.

    Maneira de dizer ou de pronunciar....


    diálogo | n. m.

    Conversação entre duas pessoas....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    falinha | n. f.

    Voz fraca ou fala com pouca intensidade....


    laracha | n. f. | n. m.

    Gracejo; chalaça; cavaqueira, conversa....


    mateologia | n. f.

    Estudo baseado naquilo que a inteligência humana não pode alcançar, e que por isso se considera inútil....


    palanfrório | n. m.

    Conversa para enganar ou convencer....


    palhada | n. f.

    Mistura de palha com farelo para sustento das cavalgaduras e outros animais....


    palavrório | n. m.

    Conversa para enganar ou convencer....




    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.