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    Pesquisa nas Definições por:

    CONJUREM-LHOS

    conjura | n. f.

    Conjuração, conspiração....


    conjuração | n. f.

    Compromisso solenemente contraído entre vários indivíduos contra um governo constituído ou as instituições vigentes....


    conjuro | n. m.

    Invocação feita com imprecação....


    Trama contra um chefe de Estado ou os principais do Governo....


    conspirata | n. f.

    Conspiração, geralmente de pouca monta....


    piromotor | n. m.

    Aparelho agrícola para produzir fogo no campo e conjurar o frio que danifica os sarmentos tenros....


    conspirante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou a pessoa que conspira....


    Falta de lealdade ou de fé à confiança depositada....


    conjurador | n. m.

    O que promove uma conjuração....


    conjurado | adj. | adj. n. m.

    Que conjurou ou se conjurou....


    conspirar | v. intr.

    Tramar uma conspiração....


    conjurar | v. intr. | v. tr. | v. pron.

    Promover conjuração....


    esconjurar | v. tr.

    Ordenar com imprecação o afastamento de....


    amentar | v. tr.

    Fazer vir à memória....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?