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    Pesquisa nas Definições por:

    CISCASSEM-NAS

    ciscada | n. f.

    Porção de cisco....


    ciscalho | n. m.

    Carvão miúdo feito com os rebotalhos dos matos....


    cisqueiro | n. m.

    Lugar onde se junta o cisco....


    sujidade | n. f.

    Qualidade do que é sujo....


    ciscar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron.

    Limpar a terra que se vai lavrar de gravetos ou ramos que o fogo não queimou; limpar de cisco....


    cisca | n. f.

    Conjunto de agulhas ou folhas de pinheiro, geralmente secas....


    surro | n. m.

    Sujidade, geralmente causada pelo suor ou pelo uso....


    argueiro | n. m.

    Pequena aresta, corpúsculo ou coisa insignificante....


    argalha | n. f.

    Pequena aresta, corpúsculo ou coisa insignificante....


    bola | n. f. | n. f. pl.

    Objeto redondo ou oval, geralmente feito de borracha, couro ou material semelhante, com que se podem praticar vários desportos como andebol, basquetebol, futebol, hóquei ou râguebi, entre outros, sendo o tamanho dependente da modalidade a que se destina....


    cisco | n. m.

    Pó de carvão....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber o antónimo de andrógeno, ou seja, o factor que estimula ou faz aparecer os caracteres femininos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?