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    Pesquisa nas Definições por:

    BACELE-SE-MA

    galgueira | n. f.

    Cova aberta para depósito de águas ou para plantar árvores, bacelo, etc....


    botadia | n. f.

    Mergulhia de bacelo enxertado....


    geio | n. m.

    Terreno entre dois muros ou degraus para plantação de bacelo....


    covato | n. m.

    Ofício de coveiro....


    vide | n. f.

    Vara de videira....


    maledo | n. m.

    Bacelo próprio para vinha de cepa ou de pé curto....


    solinho | n. m.

    Ato de solinhar....


    bacelada | n. f.

    Plantação de bacelo....


    arrair | v. tr.

    Cortar o bacelo pelo pau velho e decotar-lhe a rama do ano precedente....


    esbouçar | v. tr.

    Surribar, para depois plantar bacelo....


    espescoçar | v. tr.

    Cavar em torno, mas não junto da videira....


    gaviar | v. tr.

    Plantar bacelo....


    mantar | v. tr. e intr.

    Cavar (a terra) em mantas para plantação de bacelo....


    retanchar | v. tr.

    Pôr um bacelo no covacho de outro para o substituir....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?