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    Pesquisa nas Definições por:

    APITEIS-MAS

    silvo | n. m.

    Assobio da cobra....


    sobiote | n. m.

    Assobio pequeno, apito de metal ou madeira....


    apitadela | n. f.

    Ato ou efeito de apitar....


    assobio | n. m.

    Som produzido por quem assobia ou pelo que assobia....


    apitaço | n. m.

    Manifestação em que se faz soar um conjunto grande de apitos, geralmente de maneira concertada e como forma de protesto (ex.: os estudantes promoveram um apitaço no pátio da escola)....


    apitador | adj. n. m.

    Que ou o que toca um apito; que ou o que apita....


    apitar | v. intr.

    Fazer soar um apito....


    buzinar | v. tr. e intr.

    Tocar buzina....


    pito | n. m.

    Instrumento que, com o sopro, produz um silvo....


    apito | n. m.

    Instrumento que, com o sopro, produz assobio....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.